Olá, sejam bem-vindos a mais uma semana de aprendizado!
Nessa semana iremos trabalhar alguns passos que são a base da ABP, vamos lá!
APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS (PBL) EM 7 PASSOS | INFOGRÁFICO
O PROJECT BASED LEARNING, OU APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS, RELACIONA A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO À INVESTIGAÇÃO E PROPOSTA DE SOLUÇÕES PARA SITUAÇÕES REAIS. VEJA O INFOGRÁFICO COM 7 PASSOS PARA APLICAR ESSA ABORDAGEM DA EDUCAÇÃO NO NOVO MILÊNIO:
O Project Based Learning (PBL), que significa “aprendizagem baseada em projetos“, aposta na construção de conhecimento por meio de um trabalho longo de investigação que responda a uma pergunta complexa, problema ou desafio. A partir dessa questão inicial, os alunos se envolvem em um processo de pesquisa, elaboração de hipóteses, busca por recursos e aplicação prática da informação até chegar a uma solução ou produto final.
A aprendizagem baseada em projetos torna o aprender e o fazer inseparáveis. Aprender com o PBL tem a ver diretamente com a exploração do contexto, a comunicação entre pares e a criação a partir do conhecimento. E é especialmente na etapa final, a produção de resultados, que a tecnologia enriquece o processo: alunos podem organizar suas descobertas em formatos multimídia, fazendo uso de gráficos e tabelas, vídeos, aplicativos, ferramentas.
PROFESSOR E ALUNO NA APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS
É importante ressaltar que, nessa metodologia, não cabe ao professor expor todo o conteúdo para que, então, a turma comece a trabalhar. São os próprios alunos que vão buscar os conhecimentos necessários para atingir seus objetivos, contando com a orientação do educador – portanto, um mesmo projeto realizado por grupos distintos pode chegar a resultados completamente diferentes e, inclusive, acrescentar aprendizados diferentes.
Quer um exemplo? Digamos que o objetivo seja incentivar os moradores do bairro a comer de forma mais saudável. Existem dezenas de caminhos possíveis para se atingir essa meta: um grupo pode optar por criar uma horta comunitária, enquanto outro pode desenvolver um aplicativo que mostre onde há comida orgânica mais barata na região.
Portanto, é comum que a Aprendizagem Baseada em Projetos trabalhe a transdisciplinaridade, envolvendo competências e temáticas pertencentes a várias das matérias escolares. As habilidades para o século 21 são desenvolvidas ao longo de toda a jornada – especialmente autonomia, curiosidade, resolução de problemas e comunicação interpessoal.
A APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS EM 7 PASSOS
NOSSA REALIDADE!
Muitos projetos são criados na nossa Etec, porém, sem o devido valor. Quantos projetos interdisciplinares nossos alunos elaboram (ou não) na escola e que tem grande potencial de investimentos, sem contar os TCC´s, e o que nós professores fazemos com isso? Como disse o professor Nilbo Nogueira, será que nossos alunos não se interessam por projetos pelo fato de não darmos devido valor após sua conclusão?
Vou bater em cima de uma realidade que encontramos na nossa unidade. Atualmente vemos um grande números de feiras e eventos que incentivam os alunos a investirem no desenvolvimento de projetos e consequentemente despertar o gosto pela pesquisa científica. São eles: FETEPS (Feira de Tecnologia Paula Souza), FEBRACE (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia-USP), MOSTRATEC (no Rio Grande do Sul), Desafio Inova Paula Souza (Desenvolvimento de Startups), Prêmio ESEG e muitos outros que poderia elencar aqui. O que percebe-se é o pouco envolvimento dos alunos da nossa Etec na participação desses eventos, pois falta estímulo do docente na vida acadêmica desses alunos.
Se vocês um dia pudessem presenciar a alegria deles quando estão num estande apresentando para outros colegas, para avaliadores, professores e alunos do Brasil todo, pensariam diferente. A alegria deles em ficar uma semana em São Paulo em contato com projetos de várias partes do Brasil e a expectativa esperando por premiação, dá uma sensação de satisfação no professor. Amo trabalhar com projetos e amo participar de feiras, pois acredito que esse é o caminho.
ALGUMAS FOTOS DA PARTICIPAÇÃO DA NOSSA ESCOLA NAS FEIRAS
FETEPS 2015
FEBRACE 2017
CAMPEÕES NA FETEPS 2014
FETEPS 2014
FEBRACE 2015
Estamos com um projeto que se chama: "Radar Fotográfico para Fiscalização de Vagas de Estacionamento para a Pessoa com Deficiência" concorrendo no Desafio Inova Paula Souza e aguardando aprovação para participação na FEBRACE/2018. Esse projeto já saiu com notícia no site do Centro Paula Souza, na Revista O Comércio e no site do Governo do Estado de São Paulo. O projeto foi desenvolvido junto com alunos do 1º Etim de Informática e o apoio de um ex-aluno do Etim de Informática para Internet.
Reportagem na Revista O Comércio
Por um trânsito mais justo
Sob a supervisão do professor Beto, alunos da Etec Cidade do Livro elaboraram um sensor que pune quem estaciona indevidamente em vagas para deficientes
O argumento é sempre o mesmo: vai ser “rapidinho”, o motorista está com pressa, são só alguns minutos. E assim muita gente ainda desrespeita as vagas destinadas exclusivamente às pessoas com deficiência nos estacionamentos. Como também presenciaram situações desse tipo em Lençóis Paulista, alunos da Etec (Escola Técnica Estadual) Cidade do Livro imaginaram um jeito de melhorar a fiscalização e criaram um sistema que fotografa o veículo infrator.
A ideia é que o piso da vaga tenha um sensor interligado à câmera fotográfica, uma espécie de radar. “Estávamos na sala de aula com a equipe de Informática do ano passado e uma das alunas lembrou a dificuldade de os deficientes em utilizar as vagas, já que muitas pessoas se utilizam do benefício indevidamente. A partir daí, começamos a pensar em um sistema de radar de trânsito para punir esses infratores”, lembra o professor João Alberto Prado Martins, orientador do projeto e agente local de inovação.
Como as pessoas com deficiência já utilizam um adesivo para identificar o veículo, a proposta dos estudantes é que essa identificação também tenha um sensor. Assim, quando um carro sem o adesivo estaciona, o sensor do piso identifica a falha e aciona o radar fotográfico. O sistema tem como principal componente o Arduíno, uma placa que pode ser programada para controlar os mais diversos equipamentos. É um material de baixo custo que torna a ideia dos estudantes acessível. “O conhecimento de um dos estudantes, Matheus Henrique Soares (que hoje faz faculdade de Ciência da Computação) foi essencial nesse processo”, garante Beto.
O protótipo está em fase de construção. Em breve, a ideia é apresentar o projeto na Feteps (Feira Tecnológica Paula Souza) e no Prêmio ESEG de Gestão. “Queremos mostrar o que estamos fazendo, para que alguém se interesse pela ideia e, quem sabe, invista nela. Toda startup começa com algo novo”. Além de Matheus e do professor Beto, participam do projeto João Guilherme Vianna Vieira e Julia Aparecida de Souza. Eles são estudantes do curso técnico de Informática para a Internet integrado ao Médio.
Reportagem no site do Centro Paula Souza
Etec cria detector de carro estacionado irregularmente em vaga para deficientes
Crédito: Divulgação | Vagas para deficientes nem sempre são respeitadas pelos motoristas
O argumento é sempre o mesmo: vai ser “rapidinho”, o motorista está com pressa, são só alguns minutos. E assim muita gente ainda desrespeita as vagas destinadas exclusivamente às pessoas com deficiência nos estacionamentos. Como também presenciaram situações desse tipo em Lençóis Paulista, alunos da Escola Técnica Estadual (Etec) Cidade do Livro imaginaram um jeito de melhorar a fiscalização e criaram um sistema que fotografa o veículo infrator.
A ideia é que o piso da vaga tenha um sensor interligado à câmera fotográfica, uma espécie de radar.
Como as pessoas com deficiência já utilizam um adesivo para identificar o veículo, a proposta dos estudantes é que essa identificação também tenha um sensor. Assim, quando um carro sem o adesivo estaciona, o sensor do piso identifica a falha e aciona o radar.
Como as pessoas com deficiência já utilizam um adesivo para identificar o veículo, a proposta dos estudantes é que essa identificação também tenha um sensor. Assim, quando um carro sem o adesivo estaciona, o sensor do piso identifica a falha e aciona o radar.
Baixo custo
O projeto Detector fotográfico de infratores em vagas de deficientes foi elaborado com o uso de Arduíno, uma placa que pode ser programada para controlar os mais diversos equipamentos. É um material de baixo custo que torna a ideia dos estudantes acessível. Entretanto, como ainda não foi feito um protótipo, os alunos não conseguem precisar quanto custa o sistema. “Mas certamente é de fácil acesso”, garante Matheus Henrique Soares, um dos integrantes do grupo.
Além dele, participaram do trabalho Amanda Aparecida de Godoi, Lidiane Lopes de Azevedo, Nathalia Monteiro Almeida e Tiago Prenhaca. Eles concluíram o curso técnico de Informática para a Internet integrado ao Médio no segundo semestre de 2016. O projeto foi orientado pelo professor João Alberto Prado Martins.
Reportagem no site do Governo do Estado de São Paulo
http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/alunos-de-etec-criam-detector-para-identificar-quem-desrespeita-vaga-para-deficientes/
ATIVIDADE
Vamos lá pessoal!
A atividade dessa semana que se inicia hoje (01/11) e se encerra em (07/11), será uma partilha de experiências com projetos que desenvolvemos com nossos alunos ao longo dos anos. Não precisa ser somente da nosso unidade, mas de experiências que desenvolveu em outras escolas também.
Vishi Beto, nunca desenvolvi projetos com meus alunos! Ótimo, aproveite a oportunidade e crie um projeto que poderá ser aplicado aos seus alunos e partilhe nas discussões.
Uma ótima semana de estudos a todos!
Dúvidas? Estamos no grupo do whatsapp.





Bom dia pessoal....
ResponderExcluirConcordo com o Beto, temos trabalhos de TCC ´s muitos bons mesmo e podemos explorar melhor essa finalização.
De fato, a experiencia de conviver com os alunos que vão à FETEPS, por ex, é unica. Realmente eles passam a conduzir os trabalhos com outro olhar. E lá eles realmente se empolgam muito.
Ao longos desses anos todos, vi professores trabalhando projetos belíssimos....
1) Frutos da nossa imaginação foi a produção de um livreto com poemas e poesias
2) Educação Alimentar e outros na mesma linha Salada/Horta comunitária, os alunos envolvidos para plantar, colher e aprender a se alimentar melhor;
3) Arte Iluminação, onde o professor trabalhou, entre outros, ruído estético na arquitetura e um diálogo reflexivo do meio no qual o educando convive diariamente;
4) Grandes invenções, entre outros refletir com os alunos o papel que essas invenções exercem em nossa sociedade
5) Escola Ecoeficiente, que por meio de ações simples e cotidianas como a implementação da coleta seletiva
Depois, acabei podendo exercer minha contribuição, quando visitei uma exposição sobre a "Água na Oca", no Ibirapuera/SP e me inspirando neste tema, construímos um projeto. O último deles, Máquinas Hidráúlicas , para facilitar o aprendizado de hidrálica e o Quimichef para correlacionar os conceitos químicos aos alimentos.
E é isso....
Carmem
Muito legal Carmen, essa idéia de escola ecoeficiente é muito bacana. Uma ação que já desenvolvemos nesse sentido na Etec Rodrigues de Abreu em Bauru foi o projeto Agenda 21, em que desenvolvemos ações ambientais com a participação de toda a comunidade escolar.
ExcluirNão tenho duvidas que nossos TCC's são uma grande vitrine para desenvolver projetos. Fica uma ideia para pensarmos no sentido de estimular nossos alunos que seria a de contatarmos entidades de fomento tipo a FAPESP onde o aluno vislumbre a possibilidade real de tocar esse projeto após a conclusão do curso da ETEC. O que vocês acham dessa proposta?
ExcluirLuiz Américo
Olá Luiz, como vai?
ExcluirAcho fundamental esse tipo de possibilidade. Poderíamos pesquisar, uma vez que a FAPESP não atua na área técnica, acho que o começo é incentivar mais a participação no INOVA, FEBRACE, nas Feiras do CPS e dos IFS.
Abraços
Gabrieli
Boa tarde pessoal!!!
ResponderExcluirTrabalhar com projetos como disse anteriormente é gratificante para ambos e sendo assim realizamos o projeto interdisciplinar entre Ed. Física e artes chamado Xadrez humano, onde aprenderam a jogar, confeccionaram suas roupas e os próprios alunos foram as peças do jogo.
Recentemente realizou-se outro projeto que ao meu ver foi incrível pela dedicação intensa dos alunos do 1º Adm e professores envolvidos(Português, Artes e Ed. Física), que através do livro O Auto da barca do inferno de Gil Vicente, lançamos a ideia de adaptarmos a obra em teatro e os alunos abraçaram e transformaram de forma incrível.Enfrentamos algumas dificuldades para coloca-lo em prática, pois todos sabem que temos dificuldades financeiras, mas dentro do possível e com trabalho em equipe conseguimos chegar no resultado final e deixar para nós educadores e educando um gostinho que quero mais.
Luciana Furlan
Muito bom Lu. Uma outra ideia que daria pra realizar, integrando LPL e Bio, seria o estudo dos biomas dentro das grandes obras lietrárias. Por exemplo, o bioma caatinga é muito bem representado no "vidas secas" e no "morte e vida severina".
ExcluirOlá Lú
ExcluirDois projetos ótimos e que foram realmente vivenciados pelos alunos. poderíamos pensar em algo nas modalidades esportivas, comparando Brasil e EUA.
Abraços
Gabrieli
Um projeto que eu trabalhei na outra unidade, o Rodrigues de Abreu entre 2013 e 2015 foi o de Agroecologia Urbana. Foi muito legal pq na época eu dava aula para uma turma de ADM integrado, e nessa época eles ainda tinham o componente Gestão Ambiental. A idéia surgiu deles, os alunos queriam transformar um espaço ocioso em uma horta ecológica. Assim integramos os componentes de Gestão Ambiental e Biologia. Podiamos realizar as atividades práticas levando os alunos a esse espaço. O projeto rendeu diversos frutos, inclusive uma oficina realizada pelos próprios alunos na semana da casa aberta.
ResponderExcluirQuem tiver interesse em conhecer a atividade pode visitar nosso grupo do facebook.
Excluirhttps://www.facebook.com/groups/hortalivreetecrodriguesdeabreu/
Boa Noite
ResponderExcluirVejo quão grande alegria os colegas relatam suas experiências com projetos, fico pensando como trabalhar projetos no curso de contabilidade já pensei na constituição de uma empresa e dar vida a ela através de operações, mas me dou voltas com o tempo das aulas e a mudança de professores nesse curso, não conseguimos fazer parcerias entre nós para um projeto desse tamanho, pois necessitaria da união de mais de um professor e então fica só na idéia, mas com esse curso estou pensando seriamente em dar vazão as essas idéias e montar projetos para minhas aulas. As pitas que o curso está dando são ótimas.
Edvaldo Maconi
Bom dia pessoal !!!
ResponderExcluirNão tenho duvidas que esse seja o caminho que contribui significativamente para o processo do ensino-aprendizagem. A preocupação do Prof. Beto é muito pertinente quando nos chama a atenção de que o docente não estimula o aluno a criar projetos e isso sinaliza que a hora é de mudanças no nosso modo de educar. As ponderações que o Beto apontou nos comentários deve servir de reflexão para nós enquanto docente, pois se queremos trabalhar com projetos nós devemos mudar nossa maneira de agir, pensar e analisar todos os fatos envolvidos para que sejamos auxiliadores nesse brilhante processo.
Quanto ao desenvolvimento de projetos, eu desenvolvi um há alguns anos com o Prof. Donizeti que na ocasião era nosso coordenador pedagógico. O projeto abraçava a causa ambiental, especificamente quanto ao descarte de materiais que poderiam ser reutilizados e eram enterrados em sacolas com lixo orgânico e em outros casos enterrados nos aterros através dos serviços de Kaçamba.
As matérias disponibilizadas no blog me possibilitaram enxergar varias falhas nesse projeto, sendo a conclusão com os alunos a mais grave delas.
Esse projeto comentei com o Prof. André Vieira e estamos em negociações para retoma-lo, inclusive assim que tivermos um tempo vamos visitar o novo sistema de coleta de entulhos que agora passa a ser de responsabilidade da Prefeitura.
Não resta duvidas que para o aluno esse processo de participar em uma feira de grande visibilidade lhe proporciona crescimento pessoal e profissional, onde estar num estande observando a curiosidade de outros colegas se torna algo de muita satisfação. Nossa Etec esta de parabéns pelas iniciativas e bons projetos desenvolvidos e apresentados nas feiras.
Dentro do curso de Administração, me ocorreu uma ideia de criarmos um projeto sobre educação financeira familiar, onde poderíamos atender primeiro nossa casa, oferecendo orientação aos familiares de nossos alunos quanto ao uso de recursos financeiros.
Esse tema (PROJETOS) foi muito proveitoso e espero poder ajudar e contar com a ajuda de todos os professores que desejarem desenvolver projetos.
Abraço a todos,
Luiz Américo
Bom dia pessoal!!
ResponderExcluirMinistrei aulas de Estatística para a primeira turma de Técnico em Contabilidade (Classe descentralizada por Barra Bonita), desenvolvi um projeto com eles a fim de conhecer qual/quais cursos seriam viável abrir como implantação da nossa Etec. Foi fantástico o trabalho!!, os alunos se empenharam, foram a campo realizar pesquisa em todas as escolas do município, bom dizer que todos trabalhavam e ainda assim arrumaram tempinho para realizar a pesquisa. O resultado foi maravilhoso, e o entusiasmo dos alunos em realizar o trabalho também! No resultado o curso de química foi o mais apontado entre os entrevistados, que até hoje é realidade na nossa unidade. Foi muito gratificante para mim, conseguir mostrar para os alunos a importância de todo conhecimento estudado em sala, e o que ele representa no cotidiano das pessoas. E o entusiasmo deles na execução do trabalho, acredito que foi entender que o projeto estava indo de encontro com a necessidade daquele momento.
Roseli
Estou de acordo quanto as inúmeras possibilidades de divulgação, participação em feiras entre outros. Eu adoraria me dedicar mais, falo por mim, desenvolvo vários projetos e finalizo todos em sala de aula. O tempo e energia gasta para o mesmo compromete muito o professor, sobrecarregando suas atividades que já ultrapassam as horas de trabalho extra classe. Outro probrema é o recurso financeiro, demanda atenção pois, muitos de nossos alunos não tem condições e a escola idem. Teríamos que correr atrás, organizando rifas, entre outros.
ResponderExcluirInfelizmente o professor é o que ainda está sustentando toda a estrutura de ensino nesse país, fazendo além do que lhe é possível e não sendo bem remunerado. Se fazemos além, propondo atividades diferenciadas e projetos dos quais elevam e estimula nossos alunos, estamos no lucro.
Nossa escola é um diferencial atrativo pois, oferece muitas atividades diferenciadas que o corpo docente e gestão estimula, acompanha e motiva mediante a nossas possibilidades individuais.
Vou citar alguns dos projetos já desenvolvidos sob minha supervisão:
Projetos voluntários - Ano 2015, doação de cabelo, instituição beneficiada Amaral Carvalho- Jaú, parceria escola EFAC. Os alunos juntamente com a escola mobilizaram a sociedade toda, obtivemos 450 cortes. Este foi divulgado pelas rádios e jornais locais.
Este ano muitos de vocês tiveram o conhecimento dos projetos desenvolvidos pelos alunos, que beneficiaram o Canil, Creche Wilson Trecenti, Asilo, Casa abrigo Amorada, família cadastradas (cestas básicas), entre outros. Foram desenvolvidos 10 projetos, apenas um não alcançou a meta estipulada.
Quando propomos este tipo de atividade pedagógica, podemos perceber que os discentes se comprometem com mais motivação despertando outras aptidões como liderança, trabalho em equipe, flexibilidade, estratégias,...etec.
Gosto muito de propor e desenvolver esse tipo de atividade, devido ao empoderamento que o aluno adiquiri na execução de suas atribuições, cronograma e metas. Estes vão lhe ser muito útil não só para a vida acadêmica e profissional, mais como cidadãos.
Fernanda
Olá, como estão?
ResponderExcluirComo alguns já disseram nossa escola tem inúmeros projetos, mas acabamos esquecendo de divulgar diante da correria. Nesse ano, junto de outros docentes, desenvolvemos o projeto realidade.com, que tinha como objetivo tratar do tema pós-verdade e ao mesmo tempo permitir que os discentes refletissem sobre o que andam compartilhando. Outro projeto é o English Festival, que busca aproximar os alunos da língua-alvo, por meio de apresentações culturais.
Gabrieli
Durante o ano consegui desenvolver dois projetos com os alunos do 1ºA da Etec Comendador João Rays (Barra Bonita).
ResponderExcluirO primeiro foi a sala temática na feira de ciências chamada “Entre a luz e a escuridão”, onde os alunos fizeram experimentos relacionado a óptica e explicavam aos visitantes os fenômenos que se tratavam os seus experimentos.
O segundo foi um “campeonato de lançamento de foguete”, onde os alunos se dividiram em grupos e construíram seus foguetes, pesquisaram o “combustível” a ser utilizado para lança-los, em seguida, propus a eles que fosse medida a distância que cada foguete percorresse e cronometrado os devidos tempos. Com as devidas informações pedi para cada grupo calcular a devida velocidade que o foguete deles percorreu o trajeto.
Nos dois projetos desenvolvidos, percebi um grande envolvimento da parte dos alunos, sendo que em ambas eles foram os protagonistas e eu como professor apenas um orientador, e com certeza, as atividades desenvolvidas por eles lhes proporcionaram uma grande satisfação e aprendizagem.
Rogério Falasca
O projeto que trabalhamos na escola Paulo Zillo foi AQUECIMENTO GLOBAL, onde os alunos alem de serem os protagonistas, puderam ter acesso a diversos instrumentos de pesquisa.O aquecimento do planeta é uma realidade e, se nada for feito, ele trará consequências catastróficas para a biodiversidade e para o ser humano.Nas pesquisas os alunos notararam que o trabalho consistia na conscientização não só da população como em pressionar governos e empresas a diminuir as emissões de gases de efeito estufa o mais rápido possível. Por isso pedimos que eles deixem de lado o carvão e o petróleo e invistam em fontes renováveis de energia, conservem suas florestas, repensem práticas agropecuárias, invistam em mobilidade e protejam seus oceanos. Essa é uma estratégia não só para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, mas para consolidar um crescimento econômico baseado em tecnologias que não prejudicam o planeta. O desenvolvimento comtou com a colaboração de outras disciplinas, trabalhando interdisciplinaridade, texto e suas interpretações (portugês e história), Sol, vento, oceanos e biomassa (biologiam química e física) e por fim levantamento de dados, construção de gráficos estatísticos (matemática e geografia), com o único objetivo de formar nossos alunos em cidadãos mais críticos de que podem fazer a diferença em sua própria realidade.
ResponderExcluirLUCIANE PACCOLA
Trabalhei alguns projetos em uma empresa quando era Coordenador de Informática Educacional, porém a que me chamou mais atenção pelo desempenho e engajamento dos alunos, foi um em que desenvolvemos uma paródia com o Tema "Reciclar", onde de acordo com os estudos sobre o tema em sala de aula, trabalhamos juntos no laboratório de informática e através do Aplicativo Power Point,cada aluno desenvolveu uma Paródia inserindo a Letra da música dividida como se fosse "Caraoke" com imagem de fundo e tudo mais.
ResponderExcluirDepois de concluído, escolhemos as 10 melhores, gravamos em um CD e premiamos as três Melhores Paródias! mas, acredito que o maior prêmio foi o aprendizado e o estímulo da criatividade.
Trabalhei alguns projetos em uma empresa quando era Coordenador de Informática Educacional, porém a que me chamou mais atenção pelo desempenho e engajamento dos alunos, foi um em que desenvolvemos uma paródia com o Tema "Reciclar", onde de acordo com os estudos sobre o tema em sala de aula, trabalhamos juntos no laboratório de informática e através do Aplicativo Power Point,cada aluno desenvolveu uma Paródia inserindo a Letra da música dividida como se fosse "Caraoke" com imagem de fundo e tudo mais.
ResponderExcluirDepois de concluído, escolhemos as 10 melhores, gravamos em um CD e premiamos as três Melhores Paródias! mas, acredito que o maior prêmio foi o aprendizado e o estímulo da criatividade.
Professor Sidney.
Boa noite!
ResponderExcluirDurante esses anos de magistério, pude participar de vários projetos. Acredito que os projetos são de grande valia e incentivo a nossos alunos. Os tcc são algo que me incentiva, ao ver os alunos tão dedicados e desempenhados com algo que foi iniciativa deles, penso se não poderíamos fazer um "mini tcc" teórico com os alunos dos primeiros anos? Algo como uma "injeção de ânimo".
Mas, voltando ao ponto de projetos que valeram a pena em minha vida, temos dois que amei. Um foi a alguns anos no Virgílio Capoani, onde juntamente com a professora de português fazíamos produtos de limpeza no laboratório para serem usados na escola, e os rótulos eram elaborados em aulas de português.
Outro projeto que jamais esquecerei, foi o projeto de robótica, que ajudei a direção a desenvolver do Colégio São José, fomos até participar de campeonato em Florianópolis, concorrendo com o Brasil todo, eram alunos do 8 ano, foi maravilhoso!
Nossa profissão é difícil, mas tem muita coisa boa!
ANDRÉIA OLIVEIRA
PROJETOS TRABALHADOS NA SALA DE AULA
ResponderExcluirConcordo com as inúmeras possibilidades de divulgação, participação de projetos e outras atividades que levam os alunos a serem protagonistas de suas ações sempre com a mediação do Professor.
Sabemos também que para colocarmos projetos e atividades em práticas necessitamos não somente de tempo e dedicação dos envolvidos, mas sim de recurso financeiro e as vezes esse fator acaba sendo problema para o desenvolvimento do projeto.
Veja a seguir alguns projetos que desenvolvi com alunos de Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino Técnico e Ensino Superior, na sala de aula:
Ensino Fundamental e Ensino Médio
Projeto: As Atividades Lúdicas e as Ferramentas Tecnológicas no Ensino da Matemática.
O presente projeto utiliza de ferramentas tecnológicas no ensino da Matemática criando possibilidades de intervenção no aprendizado com a organização de atividades lúdicas, que despertem o interesse do aluno ao aprendizado, podendo ser jogos em computadores e outras ferramentas.
Ensino Médio
Projeto: Ciência em Ação.
O objetivo do projeto é ensinar Física, Química e Biologia de forma divertida e interativa aos alunos, por meio de experimentos, construir modelos e jogos didáticos quando o conteúdo trabalhado assim permitir.
Projeto: Maquinas Hidráulicas e Maquinas Térmicas
Construir e aprender como operam as Maquinas Hidráulicas e Térmicas. Estudar o funcionamento das transformações de energia aplicando na prática os conceitos básicos de Física relacionados: Dinâmica (Peso de um Corpo, Principio da Ação e Reação), Energia (Tipos de Energia, Conservação da Energia Mecânica, Impulso e Quantidade de Movimentação, Conservação da Quantidade de Movimento), Hidrostática (Pressão, Principio de Pascal, Principio de Arquimedes, Principio de Stevin, Empuxo), Calor e Trabalho.
Ensino Superior
Projeto: Presenteando uma criança no Natal, com um brinquedo.
As alunas do Curso de Pedagogia, realizaram uma campanha de 04 meses, pedindo doação de brinquedos em diferentes pontos de coletas. No mês de Dezembro, embalaram os brinquedos e organizaram um lugar apropriado, para fazer uma festa de entrega dos presentes, para as crianças da Vila da Prata da nossa cidade Lençóis Paulista.
Prof. Marcos Romano
Projeto: Maquinas Hidráulicas e Maquinas Térmicas
ExcluirVc já viu aquela escavadeira construída com seringas?
https://www.youtube.com/watch?v=e83drbSOoi4
Vi sim Gustavo, tem vários construções legais.
ExcluirO ano passado um aluno do ETIM em Química (Wesley), fez um trabalho deste para ExpoEtec.
Marcos Romano
Pretendo, no próximo ano, colocar como desafio aos nossos alunos a recriação do site da nossa ETEC, envolvendo todos os eixos tecnológicos da unidade, esclarecendo a eles que este projeto os preparará para o TCC, para o mercado de trabalho e o site será um referencial importante em suas futuras entrevistas de emprego.
ResponderExcluirMontei previamente um cronograma básico que segue abaixo:
Primeiro semestre:
1. Coleta de informação;
2. Estruturação das páginas web (interfaces cliente e administração);
3. Mockup’s (rascunhos eletrônicos) das páginas web;
4. Estruturação do banco de dados;
5. Apresentação a todo corpo docente da unidade;
6. Adequações que se façam necessárias repassando por itens específicos elencados na reunião com o corpo docente;
7. Início da programação das páginas web (HTML, javascript, Bootstrap, jQuery e PHP).
Segundo semestre:
1. Stress test no ambiente intermediário;
2. Apresentação a todo corpo docente da unidade;
3. Revisão dos itens do primeiro semestre e possíveis adequações que se façam necessárias repassando por todos os itens do primeiro semestre nos itens específicos;
4. Término da programação das páginas web;
5. Stress test no ambiente pronto;
6. Se necessário, correção e adequação de itens com funcionamento inadequados;
7. Apresentação a todo corpo docente da unidade;
8. Adequações que se façam necessárias repassando por itens específicos elencados na reunião com o corpo docente, após o término desta etapa retornar a etapa 7 até que seja aprovado;
9. Publicação definitiva do site reformulado da ETEC Cidade do Livro.
Posteriormente aplicarei datas e elaborarei melhor os itens a serem trabalhados.